Uma simulação pode mostrar como tempo, reforços e uma taxa hipotética interagem. Não pode dizer-te qual será a taxa dos próximos anos.
A taxa é uma hipótese
No crescimento composto, os ganhos hipotéticos de um período passam a integrar a base do período seguinte. A matemática é clara; o futuro não. Uma linha suave num gráfico costuma esconder anos bons, anos maus e a possibilidade de perda.
Experimenta alterar a taxa numa simulação e observa quanto o resultado final muda. Essa sensibilidade é precisamente a razão para não tratar o número final como uma promessa.
Separa as peças
Distingue o que colocaste do crescimento projetado. Depois pergunta que custos, impostos ou inflação ficaram de fora. Uma quantia maior no futuro pode comprar menos do que parece hoje.
Uma simulação é útil para comparar perguntas — «e se contribuir mais?» ou «e se a taxa for menor?» — desde que as hipóteses fiquem visíveis. Não é uma forma de descobrir a rentabilidade que vais obter.
Experimenta
E nesta situação?
Uma calculadora mostra 20 000 € daqui a quinze anos usando uma taxa anual escolhida pela utilizadora. O que representa esse valor?
Agora, a tua vez
Uma pergunta para levares contigo
No simulador, mantém os reforços iguais e compara duas taxas hipotéticas. Aponta quanto foi contribuído e quanto seria crescimento em cada cenário.
Explorar cenários de crescimento ↗Fonte para aprofundar: Todos Contam — planear a reforma ↗
